Cadê a vida que estava aqui? – Revista Ecológico

Dos mais de 800 km de córregos que cortam BH só 2,43 km estão revitalizados. A maior parte está encoberta pelo asfalto ou poluída, causando prejuízos ambientais e sofrimento social

Cíntia Melo – redacao@revistaecologico.com.br

A brincadeira de infância ilustra bem o tema desta reportagem. E seu último verso, aqui propositalmente trocado, é uma referência ao desencontro de informações no que se refere à situação e história dos córregos e ribeirões de Belo Horizonte. O que pode se explicado pela ausência de gestão integrada, apontada pelo ‘Diagnóstico de Esgotamento Sanitário’, documento que integra o Plano Municipal de Saneamento da capital (versão 2008-2011), elaborado pela Prefeitura. E justifica, em parte, a realidade dos 861 km de córregos que interceptam a cidade. Desse total, só 2,43 km foram revitalizados. Outros 200 km estão cobertos e escondidos por tubos e canos, 300 km ficam em Áreas de Preservação Permanente (APPs) e os mais de 300 km restantes seguem poluídos, tomados por esgoto e lixo a céu aberto.

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